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1º de abril! Relembre grandes “mentiras” do nosso futebol

Bruno, a eterna promessa do Grêmio.
Um
dia alguém lhe falou: “Tá vendo aquele número 7 ali, vai ser um grande craque
de bola”. E você caiu no 1º de abril. Isso é muito normal. Todos os anos
dezenas de jogadores são apontados como futuros Zico, Romário, Ronaldo… mas, acabam
no ostracismo do futebol. Tempos depois, poucos ainda se recordam daquela
promessa que não resultou em nada.
Nesse
dia da mentira, vamos recordar alguns boleiros que eram grandes craques. Só que
não…
Diego
e Diogo:
Eles eram considerados as duas joias do Beira-Rio. Os irmãos gêmeos  do Inter faziam miséria na categoria de base colorada e nas seleções “sub”
do Brasil. Quando subiram ao profissional, deram respostas fraquíssimas. Pouco
tempo depois, ambos foram dispensados do Inter e foram atuar em times menores.
Acosta:
O Uruguaio grandalhão empilhou gols pelo Náutico no Brasileirão de 2007. Foi o vice-goleador
do torneio e ainda entrou para a Seleção do Torneio. As grandes atuações o
levaram ao Corinthians com status de craque. Mas, aquele ano foi uma exceção na
carreira do jogador. Depois, caiu na realidade e voltou a atuar em times
pequenos.
Bruno(foto da Postagem):
Em 1999 era considerado no Grêmio como “O novo Ronaldinho”. Integrante das Seleções
Brasileiras de base, chamou atenção do Arsenal, da Inglaterra. Entretanto, o
tricolor recusou a oferta. Grande erro. Bruno era muito lento e sucumbia
facilmente à marcação dos adversários. Pra piorar, pegou uma época difícil do
time gaúcho. Ainda chegou a atuar no Cruzeiro, mas não teve jeito. Foi outra
promessa que não deu em nada.
Kerlon:
Ah, o “foquinha” sem dúvida é um dos maiores 1º de abril da história do futebol
brasileiro. Muito habilidoso, o ex-jogador do Cruzeiro ficou conhecido por
conduzir a bola com embaixadas feitas de cabeça. Entretanto, era completamente
improdutivo. Não dava sequência às jogadas, além de ser muito displicente.
Chegou a ser contratado pela Inter de Milão! Hoje atua no futebol japonês (ele
tem apenas 25 anos de idade).
Maxi Biancucchi: Em 2007 o Flamengo apresentou um argentino baixinho que era primo
do Messi. Tava na cara que isso não iria acabar bem. O jogador era um peladeiro
de marca maior. Nunca chegou a dar uma resposta positiva e acabou sendo
dispensado. Essa foi mais uma pérola da direção rubro negra e uma enganação que
veio tentar a sorte no Brasil.
Paulo
Almeida:
O volante pegou carona na geração talentosa do Santos que ganhou o
Brasileirão de 2002. Em um time que tinha Elano, Renato, Diego e Robinho, o
jogador conseguiu uma transferência milionária para o Benfica. Obviamente, pouco
tempo depois os portugueses viram que Paulo Almeida não jogava nada e ele
acabou voltando para o Brasil. Hoje ele atua no Rio Branco do Acre.
Certamente,
daria para encher um livro maior que a bíblia com esses jogadores “mentirosos”.
E você, se recorda de algum caso parecido?

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