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segunda-feira, 1 de abril de 2013

1º de abril! Relembre grandes "mentiras" do nosso futebol

Bruno, a eterna promessa do Grêmio.
Um dia alguém lhe falou: “Tá vendo aquele número 7 ali, vai ser um grande craque de bola”. E você caiu no 1º de abril. Isso é muito normal. Todos os anos dezenas de jogadores são apontados como futuros Zico, Romário, Ronaldo... mas, acabam no ostracismo do futebol. Tempos depois, poucos ainda se recordam daquela promessa que não resultou em nada.

Nesse dia da mentira, vamos recordar alguns boleiros que eram grandes craques. Só que não...

Diego e Diogo: Eles eram considerados as duas joias do Beira-Rio. Os irmãos gêmeos  do Inter faziam miséria na categoria de base colorada e nas seleções “sub” do Brasil. Quando subiram ao profissional, deram respostas fraquíssimas. Pouco tempo depois, ambos foram dispensados do Inter e foram atuar em times menores.

Acosta: O Uruguaio grandalhão empilhou gols pelo Náutico no Brasileirão de 2007. Foi o vice-goleador do torneio e ainda entrou para a Seleção do Torneio. As grandes atuações o levaram ao Corinthians com status de craque. Mas, aquele ano foi uma exceção na carreira do jogador. Depois, caiu na realidade e voltou a atuar em times pequenos.

Bruno(foto da Postagem): Em 1999 era considerado no Grêmio como “O novo Ronaldinho”. Integrante das Seleções Brasileiras de base, chamou atenção do Arsenal, da Inglaterra. Entretanto, o tricolor recusou a oferta. Grande erro. Bruno era muito lento e sucumbia facilmente à marcação dos adversários. Pra piorar, pegou uma época difícil do time gaúcho. Ainda chegou a atuar no Cruzeiro, mas não teve jeito. Foi outra promessa que não deu em nada.

Kerlon: Ah, o “foquinha” sem dúvida é um dos maiores 1º de abril da história do futebol brasileiro. Muito habilidoso, o ex-jogador do Cruzeiro ficou conhecido por conduzir a bola com embaixadas feitas de cabeça. Entretanto, era completamente improdutivo. Não dava sequência às jogadas, além de ser muito displicente. Chegou a ser contratado pela Inter de Milão! Hoje atua no futebol japonês (ele tem apenas 25 anos de idade).

Maxi Biancucchi: Em 2007 o Flamengo apresentou um argentino baixinho que era primo do Messi. Tava na cara que isso não iria acabar bem. O jogador era um peladeiro de marca maior. Nunca chegou a dar uma resposta positiva e acabou sendo dispensado. Essa foi mais uma pérola da direção rubro negra e uma enganação que veio tentar a sorte no Brasil.

Paulo Almeida: O volante pegou carona na geração talentosa do Santos que ganhou o Brasileirão de 2002. Em um time que tinha Elano, Renato, Diego e Robinho, o jogador conseguiu uma transferência milionária para o Benfica. Obviamente, pouco tempo depois os portugueses viram que Paulo Almeida não jogava nada e ele acabou voltando para o Brasil. Hoje ele atua no Rio Branco do Acre.

Certamente, daria para encher um livro maior que a bíblia com esses jogadores “mentirosos”. E você, se recorda de algum caso parecido?

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