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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Diego Costa nasceu para jogar no Atlético de Madrid de Simeone

O Atlético de Madrid está proibido de inscrever jogadores vindos de outros clubes até janeiro de 2018, devido à punição estabelecida pela UEFA. Mesmo assim, este fato não foi impediu a contratação de Diego Costa por 50 milhões de euros junto ao Chelsea. A briga com o técnico Antonio Conte afastou o atacante de Stamford Bridge, abrindo a possibilidade da volta à Espanha. O Milan também era um possível destino, mas a identificação com o Atlético falou mais alto.


A volta de Diego Costa ao Atlético de Madrid faz todo sentido. As características do atacante casam perfeitamente com o formato de jogo da equipe de Diego Simeone. Se o estilo briguento e provocador de Diego não era bem visto no Chelsea,  nos colchoneros estas peculiaridades são quase virtudes. Goleador nato, o brasileiro/espanhol é um acréscimo de peso e pode fazer a diferença. Aliás, o comandante argentino não conseguiu repor à altura a saída de Diego em 2014. Mandzukic, Jackson Martínez, Vietto, e o próprio Fernando Torres passaram pela posição com pouco êxito.

Faltando menos de um ano para a Copa do Mundo da Rússia, Diego Costa terá meia temporada para fazer gols e garantir um lugar entre os selecionáveis da Espanha. E, se depender da qualidade de Carrasco e Griezmann, seus novos companheiros de clube, essa tarefa pode ser facilitada. Ironicamente, entre os concorrentes à vaga para o mundial encontra-se Morata, justamente o seu atual substituto no Chelsea. Agora é esperar até janeiro, quando o sergipano voltará a vestir a camisa do Atlético de Madrid de forma oficial, um casamento que possui tudo para terminar em gols, polêmicas e títulos.

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