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sexta-feira, 15 de março de 2013

Lionel Messi, o Papa recordes do Barcelona

Com um show de Lionel Messi, o Barcelona aplicou 4x0 no Milan e segue em busca de mais um título da Champions League. Mesmo com o título Espanhol praticamente garantido, o time catalão não vem tendo grandes atuações em 2013. A derrota para o Milan por 2x0 no jogo de ida das oitavas da competição europeia criou uma “crise” no clube e uma possível eliminação precoce na competição foi cogitada. Mas, se o Barça não passa por um grande momento, Messi está cada vez melhor. O argentino, que ignora completamente as críticas, os adversários, a má fase dos companheiros, a falta de um técnico para o time... segue firme para quebrar mais recordes nessa temporada.

Depois de assombrar o mundo, anotando 50 gols na liga espanhola no ano passado, Messi já marcou 40 vezes na atual edição e, certamente vai bater essa marca. Na Champions, briga com Cristiano Ronaldo pela artilharia consecutiva. Aliás, ele já é o maior goleador da história da competição, com apenas 25 anos. Os números do melhor do mundo são impressionantes. Já são 17 partidas seguidas marcando pelo menos 1 gol no Campeonato Espanhol. Na carreira já são ao todo 337 gols como jogador profissional. Em uma época em que se prioriza a força e o tamanho dos jogadores, Messi, que mede 1,69 cm, é um fenômeno.

O atual tetracampeão da Bola de Ouro (FIFA) não parece ter limites. Ano após ano ele alcança marcas mais impressionantes, que o credenciam a categoria de melhor jogador de futebol da história (embora os nostálgicos e teimosos não queiram admitir o fato). Certamente você ainda irá ouvir e ler muito sobre não poder comparar jogadores do passado com os atuais, que não existem mais craques e outros blá, blá, blás. Ora, você é inteligente o bastante para avaliar os fatos, os números, e perceber que estamos vivenciando a época de um gênio. Um fora de série. Da mesma magnitude que Pelé (talvez ainda maior). Nem sabemos se Messi está no seu auge, pois a cada temporada “La pulga” cresce de produção. Até na Seleção ele começou a desequilibrar.

Agora, a Argentina acaba de ganhar um "Papa" no Vaticano (Jorge Mario Bergoglio), que possui o dever de ser o representante de Deus na Terra. Provavelmente a escolha foi feita para compensar as atuações infernais do outro argentino, o “encapetado” Messi. Aliás, os zagueiros do PSG, próximo adversário do Barcelona na Champions League, já devem aprendendo uma nova oração: “Não nos deixeis falhar na marcação, mas livrai-nos de Messi. Amém”. 

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