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Destaques

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Otávio e Hernani são os destaques do Atlético Paranaense pelo 2º ano seguido

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Pelo segundo ano consecutivo, Otávio e Hernani são os principais destaques do Atlético Paranaense na temporada. A dupla de volantes do furacão pratica o futebol moderno que a posição exige, unindo marcação e boa saída de bola. Além do entrosamento, os dois ainda possuem características distintas, complementares ao futebol do companheiro.

Otávio é um jogador extremamente dinâmico, bom passador e implacável na marcação. Realiza a cobertura dos laterais e figura entre os maiores ladrões de bola do Brasileirão. Hernani, por sua vez, tem como principais virtudes o passe longo e o chute de média e longa distância. Aproxima-se dos atacantes e tornou-se o vice-artilheiro do time na competição.  

Certamente a dupla deverá sofrer assédio de diversos clubes do Brasil e exterior ao final do campeonato. Ambos tem apenas 22 anos e devem render boas cifras aos cofres do Atlético Paranaense.

Milik está fazendo o torcedor do Napoli esquecer Higuaín

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A saída de Gonzalo Higuaín para a Juventus foi um duro golpe nas pretensões do Napoli para a temporada 2016-17. No entanto, até o momento, o torcedor Napolitano não sente a menor falta do goleador do último campeonato italiano. Arkadiusz Milik, o polonês contratado junto ao Ajax, vem empilhando gols pelos Azzurri. Nas cinco primeiras partidas disputadas, o camisa 99 já marcou seis gols (Calcio e Champions League).

Arkadiusz Milik tem 22 anos, é canhoto e possui alto poder de finalização. Foram 47 gols marcados pelo Ajax nas duas últimas temporadas. Ainda é cedo para uma conclusão definitiva, mas a primeira amostragem do polonês, contratado por cerca de 35 milhões de euros, ultrapassa a expectativa. Tal desempenho proporciona ao Napoli continuar sonhando com a conquista do Escudeto, algo praticamente impensável após a saída de Higuaín.

Confira abaixo um vídeo com alguns lances de Milik. O perfil completo do jogador está disponível no site Futcards.

Messi mudou a sua forma de jogar no Barcelona, e poucos perceberam

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A temporada 2016/17 vem apresentando um Lionel Messi diferente, e não é apenas na cor dos cabelos. O camisa 10 passou a atuar de forma diferente tanto no Barcelona quanto na seleção argentina. O Gênio, que antes ocupava a faixa direita do ataque ou posicionava-se como falso 9, tornou-se um meia-armador.

As constantes ausências de Andrés Iniesta (constantemente lesionado) obrigou o técnico Luis Henrique a criar uma alternativa diferente para a bola chegar com qualidade aos atacantes. Assim, Messi ganhou total liberdade para receber a bola na intermediária e organizar as jogadas ofensivas. Mais recuado, o argentino mostrou-se à vontade para dar assistências a Neymar e Suárez, além de continuar marcando gols. Contra o Uruguai, nas eliminatórias, ele também foi muito mais um "enganche" do que atacante.

Discussões a parte sobre que é o melhor jogador do mundo, quando o assunto é versatilidade ofensiva, Messi não apresenta concorrentes. Aliás, nessa nova posição, o jogador parece demonstrar ainda mais o seu vasto repertório. Muitos comentaram sobre a novidade dos cabelos louros do craque, mas a maior mudança foi no seu posicionamento dentro de campo.  

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Jürgen Klopp passa longe de ser 'um cara normal', mas não fará milagres no Liverpool

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"Um cara normal", foi assim que Jürgen Klopp se autodefiniu ao assumir o comando do Liverpool. A declaração foi uma brincadeira feita em oposição à famosa frase dita por José Mourinho ao ingressar na Premier League. Em 2004, o treinador chegava ao Chelsea dizendo ser "um cara especial" (The  Special One). Talentoso e carismático, o técnico alemão deve chamar atenção pelas coletivas bem-humoradas e na montagem de um Reds mais competitivo.

Jürgen Klopp foi o grande mentor do Borussia Dortmund que viria ser bicampeão alemão e vice da UEFA Champions League após um longo jejum de títulos. Com pouco dinheiro em caixa, o treinador usou a criatividade e jogadores da base para formar um dos melhores times dos últimos anos. O clube alemão conseguiu rivalizar em condições de igualdade com os gigantes da Europa jogando um futebol veloz e ofensivo, pressionando o adversário no seu próprio campo.

A situação atual do Liverpool não é tão diferente daquela que Klopp encontrou no Borussia Dortmund. Clubes de tradição, com torcidas fanáticas e um jejum de conquistas importantes. Mesmo assim, o treinador alemão já fez questão de retirar sobre seus ombros o rótulo de milagreiro. O Liverpool perdeu jogadores importantes nas últimas temporadas (Suárez, Gerrard, Sterling) e possui um elenco bem inferior aos adversários nacionais. 
Dificilmente veremos uma melhora radical do time no curto espaço de tempo, capaz de fazer o clube conquistar o Campeonato Inglês, algo que não acontece desde 1980. Uma vaga para a próxima Champions League já seria motivo para comemorar.

O Contrato de Klopp com o Liverpool terá duração de 3 anos, tempo suficiente para o alemão mostrar que não é um "técnico normal". Aliás, pelo salário anual, cerca de 7 milhões de euros, isso parece ser bem evidente. De qualquer forma, a Premier League ganha mais uma atração à beira do gramado e também aos microfones.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Pedro Geromel: De desconhecido no Grêmio a melhor zagueiro em atividade no Rio Grande do Sul

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Quando Pedro Geromel desembarcou em Porto Alegre, no início de 2014, a desconfiança que pairava sobre o jogador era inegável. Desconhecido do grande público, a contratação foi questionada no Grêmio e virou motivo de piada entre jornalistas e torcedores. Hoje, após as atuações do defensor em 2014-2015, não há dúvidas que ele é o melhor zagueiro em atividade no Rio Grande do Sul.

Geromel é um zagueiro discreto. Joga de forma simples e eficiente. Seguro na jogada aérea e com um tempo de bola acima da média, virou o líder de desarmes no Campeonato Brasileiro de 2015, onde segue na 1ª colocação da Bola de Prata na revista Placar. Quando o jogador esteve lesionado, a zaga gremista caiu de produção de forma assustadora, evidenciando ainda mais a importância de Geromel no time.

O vínculo de empréstimo do zagueiro com o Grêmio vai até a metade de 2016 e a ampliação deste contrato passa a ser uma das principais prioridades do clube gaúcho para a próxima temporada. Afinal, Pedro Geromel já não precisa de qualquer tipo de apresentação. Conhecemos de sobra suas qualidades.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Jogando de ponta, Douglas Costa mostra que pode ser o substituto de Ribéry no Bayern

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Quando o Bayern de Munique acertou a contratação de Douglas Costa por 35 milhões de euros no início da temporada, havia muitas dúvidas de como seria o desempenho do jogador. Pois foram precisas pouquíssimas partidas do brasileiro para que esses questionamentos fossem respondidos. Jogando aberto pela ponta esquerda, o camisa 11 vem "gastando a bola" com dribles, gols e assistências.

 Ainda sem contar com o futebol do francês, Guardiola surpreendeu a todos escalando Douglas justamente na posição de Franck Ribéry. O brasileiro, que antes atuava de forma mais centralizada, armando o jogo no Shakhtar, agora virou um legítimo ponta esquerda. Durante as partidas, quando Robben foi substituído, o ex-jogador do Grêmio também atuou no lado direito com muita desenvoltura.

A grande verdade é que a "invenção" do treinador espanhol parece ter solucionado a crônica ausência de Ribéry na equipe bávara. Aliás, o francês precisará voltar muito bem para tomar a posição de Douglas no time. Quem deve tirar proveito da situação é Dunga, que ganhou uma opção de qualidade e velocidade pelo lado do campo. Guardiola não veio treinar a Seleção Brasileira, mas pode ter dado uma bela ajuda para escalá-la.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Subestimado pelo Inter e valorizado no Santos, Lucas Lima chega à seleção Brasileira

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Melhor meia-armador em atividade no futebol brasileiro, Lucas Lima recebe a sua primeira convocação para a Seleção Brasileira. Aliás, desde a temporada passada o meia justifica o investimento feito pelo grupo Doyen Sports. No início de 2014, os investidores pagaram cerca de 2,5 milhões de dólares ao Internacional para colocar o jogador no Santos. Um ano e meio depois, a promessa se tornou o grande destaque da Vila Belmiro e chega à Seleção como o principal Camisa 10 em atividade no Brasil.

O Inter não teve muita paciência com Lucas. Após atuar poucas partidas pelo clube gaúcho em 2012, o canhoto foi emprestado para o Sport, onde teve atuação destacada na Série B, em 2013. Mesmo assim, o colorado preferiu se "desfazer" do meia por um preço relativamente baixo. Um claro erro de avaliação, tal como aconteceu com Ricardo Goulart, dois anos antes. O Porto já demonstrou interesse no jogador, acenando com uma proposta na casa dos R$ 30 milhões. O Santos terá direito a apenas 10% em uma possível negociação.

Capaz de colocar os companheiros na cara do gol, Lucas Lima possui grande habilidade com a perna esquerda, típica do tradicional camisa 10. Porém, o que diferencia o jogador do Santos dos demais meias-armadores (Ganso, Jádson, Douglas...) é a velocidade. Sua constante movimentação, aliada a técnica apurada, permite uma constante participação no jogo, essencial ao futebol moderno. Se a camisa amarelinha não pesar, Dunga pode ganhar uma opção de qualidade no meio-campo. 

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Futebol x Racismo, quem está vencendo este jogo?

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Texto original publicado dia 17/04/2015. Atualizado em 13/08/2015

O racismo não é algo novo nem esporádico no mundo do futebol. O que não é muito comum são as manifestações ostensivas daqueles que sofreram o ato. O último a reclamar publicamente de ter sido vítima do preconceito foi Cristovão Borges, atual técnico do Flamengo. O comandante afirma que as críticas de parte da torcida endereçadas ao seu trabalho são reforçadas pela sua cor de pele. Ele inclusive chegou a citar a declaração, no mínimo infeliz, do jornalista Renato Maurício Prado. O comentarista da Fox Sports, ao criticar o técnico Rubro-Negro, chegou a chamá-lo de "Mourinho do Pelourinho". Alguém acha que o termo não foi utilizado de forma pejorativa? Só para refrescar a memória, abaixo você pode recordar outros tristes casos de racismo no futebol.

Em 2014, o Grêmio foi excluído da Copa do Brasil devido ao ato de racismo contra goleiro Aranha, do Santos. As imagens com o coro de "Macaco", entoados por alguns torcedores tricolores, resultaram em processo criminal para os indivíduos identificados. Posteriormente, o próprio clube realizou uma bela campanha antirracismo com o título "Somos todos Azul, Preto e Branco".

Ainda em 2014, Daniel Alves foi notícia mundial ao comer uma banana jogada no gramado na partida Barcelona x Villarreal, válida pelo Campeonato Espanhol. A atitude acabou sendo considerada um "tapa de luva" contra o racismo e ganhou o apoio de famosos nas redes sociais. Entretanto, a campanha "Somos todos Macacos", realizada a partir do acontecido, acabou causando polêmica e maiores discussões sobre o tema no Brasil.

Ainda não havia acabado o primeiro tempo quando o ganês Kevin-Prince Boateng, jogador do Milan, chutou a bola na arquibancada, tirou a camiseta e foi embora de campo. Uma reação de fúria e indignação contra a torcida do Pro Patria, time da 4ª divisão italiana, em amistoso realizado na pré-temporada, uma semana antes do início do Campeonato Italiano. 
Evra (Manchester United) e Luis Suárez (Liverpool) protagonizaram momentos absurdos após o suposto caso de racismo do uruguaio contra o francês (o atacante teria chamado Evra de "negro" 7 vezes em 2 minutos). Após muitas brigas e trocas de farpas, Suárez recebeu severa punição da Federação inglesa. 
Quem esquece do Caso Grafite x Desábato? O argentino teve voz de prisão decretada ainda dentro de campo, quando se enfrentaram São Paulo e Quilmes no Morumbi. Durante todo aquele ano, sempre que um time brasileiro enfrentava um argentino era uma guerra. O fato gerou diversas polêmicas e a rivalidade teve o seu ponto máximo. O próprio jogador brasileiro "Baiano", quando atuou pelo Boca Junior, sofreu com o preconceito das torcidas argentinas. ALGUNS DIZEM QUE O BRASILEIRO SOFRIA "RACISMO" DENTRO DO PRÓPRIO VESTIÁRIO.
Podemos citar uma série de outros casos: Antônio Carlos (quando jogava pelo Juventude-RS) e Jeovânio (Grêmio-RS), por exemplo. O zagueiro claramente fez ferência a cor da pele de Jeovânio, ainda dentro de campo, na frente de todas as câmeras e a torcida. Ainda disse: "...tinha que ser negro...". O atleta do grêmio, ná época, não aceitou o pedido de desculpa de Antônio Carlos. Roberto Carlos e Eto'o foram perseguidos diversas vezes quando atuavam na Espanha. O brasileiro chegou a ser atingido por uma banana, quando atuava pelo Anzhi, da Rússia.
A FIFA vem lutando contra o racismo há muitos anos. Campanhas envolvendo jogadores famosos, eventos esportivos, produtos, crianças, enfim... uma série de tentativas a fim de de banir essa praga já foram tentadas. Ainda não se conseguiu. Obviamente esse é um problema social, que não diz respeito somente ao futebol e aos demais esportes. Entretanto, pela mistura de paixões e rivalidades, parece que o problema ganha uma proporção muito maior, com repercussões extraordinárias. E, isso não se restringe ao mundo do futebol, mas a toda sociedade em geral. Enquanto a cor da pele for motivo para tanto ódio, o placar em campo pouco importará. Ainda estaremos perdendo o jogo.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Di María chega ao PSG querendo ganhar a Champions e apagar o rótulo de 'fominha'

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O PSG desembolsou  € 63 milhões para tirar Ángel Di María do Manchester United. Maior nome na janela de transferências na Europa até agora, o argentino, de quebra, se tornou o jogador que mais movimentou dinheiro em negociações na história do futebol mundial (€ 179 milhões em transferências envolvendo Rosário Central, Benfica, Real Madrid, Manchester United e PSG). Mesmo assim, o craque precisará apagar a má impressão e o rótulo de "fominha" deixado na Inglaterra.

Quando Di María deixou o Real Madrid na temporada passada, muitos achavam que o meia sairia da sombra de Cristiano Ronaldo para se tornar "o cara" dos diabos vermelhos. Isso não aconteceu. Após o começo promissor, o canhoto caiu de produção, exagerando no individualismo. O próprio Louis van Gaal, treinador do United, declarou publicamente que o jogador "não gostava de passar bola para os companheiros". O clima não era bom para o camisa 7 em Old Trafford e a transferência para a o PSG acabou sendo comemorado por ambas as partes.

Di María é indiscutivelmente um dos melhores jogadores da atualidade. Desta vez, atuando em um time mais pronto e maduro, o novo camisa 11 terá a chance de repetir as atuação de Real Madrid e Seleção Argentina. Isso seria um trunfo para o PSG conseguir chegar a uma sonhada final de Champions League. Agora, é melhor que o argentino comece a largar a bola com mais frequência. Entrar em conflito com Ibrahimovic não seria nada inteligente.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Relembre cinco erros que causaram a demissão de Diego Aguirre no Internacional

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Diego Aguirre não é mais o técnico do Internacional. O comandante foi demitido após a eliminação na Copa Libertadores da América e as fracas atuações no Campeonato Brasileiro. Mesmo com um grupo de jogadores considerado bastante qualificado, o uruguaio já não conseguia fazer o time jogar. A queda do treinador não foi algo que surgiu de uma hora para outra, mas sim resultado de uma série de fatores que se acumulavam desde o começo do ano. Bem, vamos a elas:

1 - A falta de convicção da direção do clube - Diego Aguirre nunca foi o nome preferido pelo presidente colorado Vitório Píffero. O mandatário queria Tite, que optou pelo Corinthians. Mano Menezes era o ficha 2, mas a negociação acabou não evoluindo. Muricy Ramalho também disse não ao clube gaúcho. O próprio Abel Braga, treinador da equipe em 2014 (sob a gestão de Giovanni Luigi), resolveu não negociar com Vitório, pois não houve interesse em sua permanência assim que o novo mandatário assumiu o clube. Desta forma, Luiz Fernando Costa, então vice-presidente de futebol, acabou convencendo Píffero a investir em Aguirre. Luiz Fernando Costa acabaria falecendo alguns dias após o início da pré-temporada.

2 - O preparo físico deficiente - O preparo físico colorado vinha sendo questionado desde o início o ano. A queda de rendimento no segundo tempo dos jogos ficava evidente. Fernando Pignatares, homem de confiança de Aguirre e responsável pela preparação física, convivia com críticas sobre a forma física dos atletas, além de ser questionado sobre as constantes lesões musculares.

3 - O baixo rendimento dos reforços - Dentre os reforços que chegaram ao clube no início da temporada, praticamente nenhum deles teve bom desempenho. Nílton, Léo, Anderson, Vitinho, Réver, Nico amargam o banco de reservas e quando entram pouco acrescentam. Lisandro Lópes foi o único que conseguiu dar uma resposta favorável. Para suprir a inoperância dos reforços, Aguirre que recorrer aos garotos da base. Embora alguns deles tenham qualidade, os meninos sentiram a pressão nos jogos decisivos da Libertadores e nas partidas após a eliminação. Os laterais William e Gefferson estavam apavorados nos dois jogos contra o Tigres-MEX, comprometendo a performance do time.

4 - A fatídica parada para a Copa América - A parada para a Copa América iniciou praticamente após a classificação do Inter para semifinais da Libertadores. Neste momento, o clube gaúcho perdeu jogadores para seleções, outros estavam lesionados e algum poupados de forma injustificada. Neste período de aproximadamente 45 dias, o time ideal nunca esteve junto, desentrosando completamente a equipe titular.

5 - A falta de soluções do Treinador - Quando uma equipe passa por dificuldades técnicas e táticas é esperado que o treinador tenha soluções para corrigir esses erros. Essa virtude foi vista poucas vezes em Diego Aguirre. O esquema com dois centroavantes (Nilmar e Lisandro) nunca funcionou e mesmo assim era mantido. A falta de marcação no meio-campo também não foi corrigida, assim como a proteção aos laterais. Sem falar na mágica e pobre solução ofensiva de colocar Rafael Moura para tentar um gol improvável nos minutos finais.

Diego Aguirre não pode ser o único responsável pelo baixo rendimento do Internacional na temporada 2015, mas também não podemos absolvê-lo dos seus erros. Vimos, um dia antes da demissão do uruguaio, o River Plate se tornar Campeão da Copa Libertadores com uma equipe limitada, porém muito bem armada pelo seu treinador Marcelo Gallardo. É bem provável que o novo treinador colorado consiga tirar mais do atual elenco, pois, pior do que o time está jogando hoje, será difícil acontecer.